Ela…
Às vezes, sinto que não estou mais aqui.
Não de verdade.
Meu corpo está, sim.
Caminha.
Respira.
Veste roupas.
Senta à mesa.
Mas eu… eu estou soterrada sob um peso que ninguém mais vê.
Desde que deixei o hospital, as noites se tornaram o meu maior desafio.
Eram para ser alívio. Repouso.
Mas toda vez que deito a cabeça no travesseiro, algo dentro de mim desperta.
Começa devagar.
Uma ansiedade surda.
Depois, um aperto no pei