KILLIAM
Aurora observava em silêncio por alguns segundos que pareceram eternos a minha casa. Não a deixaria ficar em um alojamento qualquer, mesmo sabendo que os nossos eram muito bem equipados.
O medo ainda estava ali — transparecia nos olhos dela com uma clareza dolorosa.
Aurora ainda não se sentia segura. Ainda duvidava da proteção que minhas palavras prometiam. E, em parte, eu entendia. Ela ainda não me conhecia.
Confiança não se impõe. Se conquista.
Ela descobriria isso com o tempo. Em minh