AMAROK
Voltei para a cabana apenas ao entardecer e, quando a vi sentada perto da lareira, lendo o mesmo livro e fingindo que eu não existia, algo dentro de mim estremeceu de raiva.
Controlando meu lobo interior, respirei fundo e não disse nada, apenas observando-a. Melina tinha se recuperado totalmente e estava mais forte, mas seus olhos ainda pareciam carregar a mesma dor.
A mesma sede de liberdade.
Embora quisesse vê-la feliz, eu sabia que não conseguiria deixar de ser esse muro entre Melin