MELINA
O olhar de Amarok queimava meu rosto e meu corpo inteiro, da cabeça aos pés. Eu ainda estava próxima dele, o perfume bruto da sua pele quente invadindo os meus sentidos, como se me chamasse para mais perto dele e para tocá-lo.
Sorri com atrevimento, inclinando o rosto para o lado, provocando-o com leveza e com a certeza de que, mesmo com cicatrizes, mesmo prisioneira, eu ainda poderia ser esperta e forte.
Ele se moveu rápido, feroz, e quando percebi já tinha sido empurrada contra a pare