MELINA
Mesmo tendo se passado cinco dias, meu corpo ainda carregava as cicatrizes finas no tornozelo esquerdo. Não havia mais correntes, mas ainda não era o suficiente para me sentir livre.
A cabana era minha nova prisão e o Alfa, agora cuidadoso e paciente, ainda era meu carcereiro.
Amarok passava boa parte do tempo fora, caçando, trazendo comida e colhendo ervas frescas para fazer chá. Quando voltava, me tratava com uma delicadeza desconcertante e a mesma mão que antes me dominava com força,