Saímos do casarão e seguimos juntos a passos largos. A mão quente de Cassian, ainda segurando meu braço. Puxando-me.
Ele fazia questão de me tratar da pior forma possível.
Me levou até os estábulos, onde um lupino já o aguardava, montado em um cavalo. Ele não se deu ao trabalho de escolher nada especial para mim — apenas pegou o primeiro cavalo que viu e me entregou, sem qualquer instrução, antes de montar no seu.
O fitei, tentando entender.
— Não vamos de carruagem?
— Não.
— Mas seria melhor.