Capítulo 8
— Bianca. — Falei com calma, sem qualquer emoção na voz. — Aqui é um espaço privado de trabalho. Por favor, saia.

— Sair? — Ela soltou uma gargalhada histérica. — Tainá, sua vadia! Você destruiu tudo o que eu tinha. Meu casamento, minha reputação. E agora posa de dona do mundo? Se não fosse por você, eu nunca teria chegado a esse ponto!

O ódio em seus olhos era tão denso que parecia querer me rasgar viva.

— Até o Antônio… Até ele me abandonou por sua causa! Você acha que venceu, não é?

Antes que terminasse a frase, ela avançou contra mim como uma louca, as unhas apontadas diretamente para o meu rosto.

Eu mal tive tempo de reagir quando uma sombra se interpôs diante de mim.

Era ele.

O cliente habitual da cafeteria e verdadeiro dono do ateliê: Rafael.

— Senhora, controle-se. — Disse ele de forma firme, segurando o pulso de Bianca com força e calma.

Bianca gritou, contorcendo-se, tentando se soltar como um animal fora de si.

E então, nesse exato momento, a porta foi novamente escancarada.
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