Ive estava com os olhos vermelhos, mas manteve a cabeça erguida. Lucca estava em outro hospital, provavelmente fugindo dela. E o médico que deveria estar com Lucca havia escolhido mal.
Talvez se conseguisse a tal consulta ele a perdoaria por ter inventado tudo aquilo.
Precisava tentar.
Ivan estava discutindo com um policial local que havia chegado para controlar o tumulto. Sara tentava mediar as coisas.
Mas Ive pegou o celular e fez algo que tinha aprendido com a mãe... “Quando sozinha você não puder enfrentar um inimigo, mostre ao mundo a sua dor, chorar sozinha não é força, é burrice”.
A imprensa internacional serviria ao propósito.
A história precisava de drama, precisava de um rosto e nada melhor do que comover o mundo todo em torno de algo que todos defenderiam... O direito de uma jovem mãe que só queria que o seu amado fosse visto.
Em meia hora, a entrada da clínica de luxo no meio do coração de Londres parecia uma zona de guerra.
Dezenas de microfones, câmeras e repórter