Muralha e o filho voltaram para casa com um buquê de rosas amarelas, chocolates finos e uma pequena caixa de veludo preto.
Eram para Ive, mas o presente de Lara estava no colo do pai de Lucca. Torcia para que desse certo. Apesar de ser uma luta diferente, Muralha também se sentia perdido sobre como lidar com a esposa;
Já não se ouvia os gritos de Mayana, ela estava, como prometido pelo capo. Em uma casa só dela.
Assim que entraram na casa o rapaz perguntou baixinho para o pai.
— Ive está aqui?
Ela estava, a menina que antes parecia imparável, agora vivia para tentar recuperar o tempo perdido ao lado de Lucca e isso chegava a assustar. Era intenso.
Muralha confirmou.
— Está filho, está separando roupas, acho que a sua mãe arrumou uma nova forma de tortura. Ela não é boa como sogra.
Lucca deu risada, aquela frase não era do pai, o rapaz cresceu ouvindo a mãe dizer que qualquer garota que ousasse se aproximar de Lucca sofreria torturas terríveis e que ela era boa em muitas coisas, me