O coração de Ive parou junto com a respiração, não havia um argumento lógico, nada que pudesse justificar o que estava fazendo, ao menos, nada além da verdade.
E foi isso que usou como arma, a verdade.
— Estou cuidando de um ser humano, se puder, entre comigo policial.
O soldado aceitou o desafio e acompanhou a menina para dentro do quarto. Olhou cada detalhe com a desconfiança adquirida através dos anos como agente da lei, mas não havia nada, absolutamente nada além de um rapaz ferido e um