Ive voltava ao quarto de Lucca sempre que conseguia.
Não comeu, mas passou uma hora com o namorado, o jaleco branco e o crachá abriram a única porta que ela precisava.
Se sentou ao lado da maca e passou os lábios no braço do rapaz.
— Acorda, vai. Eu sei que eu não mereço, mas volta para mim?
Ela jurou que sentiu a respiração de Lucca mudar, mas quando olhou para ele, o rapaz ainda estava completamente adormecido.
Ive puxou o lençol, queria olhar o ferimento, trocar as ataduras, no entanto a boca salivou e os olhos ficaram presos em cada curva do tórax do rapaz.
Não conseguiu evitar.
Deslizou a mão, depois a boca e quando percebeu a umidade se inundar a calcinha ela acabou rindo. Se lembrou das falar ingênuas do namorado, de como Lucca havia demorado para descobrir sobre os sinais do corpo dela.
Cochichou no ouvido do namorado.
— Estou molhada.
Mordeu de leve a orelha de Lucca e deslizou os dentes, estava hipnotizada por cada detalhe dele, era como conhecer o homem que amava