Ive voltava ao quarto de Lucca sempre que conseguia.
Não comeu, mas passou uma hora com o namorado, o jaleco branco e o crachá abriram a única porta que ela precisava.
Se sentou ao lado da maca e passou os lábios no braço do rapaz.
— Acorda, vai. Eu sei que eu não mereço, mas volta para mim?
Ela jurou que sentiu a respiração de Lucca mudar, mas quando olhou para ele, o rapaz ainda estava completamente adormecido.
Ive puxou o lençol, queria olhar o ferimento, trocar as ataduras, no entanto