Sara não estava lutando apenas como advogada, era uma guerra que lutava como madrinha de Lucca, como mãe de Ive e amiga de Lara.
Algo que precisava fazer quase como retribuição a tudo o que aquele rapaz já havia feito por Ive, mas principalmente como alguém que sabia exatamente o tipo de amor incondicional que o garoto carregava em si.
Venceu, mas a notícia chegou pela voz arrogante do diretor do Centro Prisional.
— Doutora Bianchi, o mandado de transferência para o hospital foi protocolado, mas temos um novo incidente envolvendo seu cliente.
— O quê? Qual incidente? O Lucca se machucou?
Para ela aquilo parecia óbvio, o genro era gentil e dono de uma ingenuidade quase infantil.
— Não. Seu cliente, agrediu e assassinou outro preso, há poucos minutos.
Sara respirou fundo, mas a mente paralisou.
— Impossível!
— Assassinato não é algo impossível, doutora. Especialmente no sistema prisional e a doutora sabe disso. Ele foi isolado e para a transferência está revogada por risco à seg