Ive estava sentada na sarjeta, o Complexo Penitenciário parecia intransponível, havia falhado tantas vezes que já nem conseguia pensar em mais nada.
O joelho sangrando, o corpo tremendo, o estômago com um nó tão grande que parecia que estava prestes a engoli-la.
Lucca estava sozinho naquele lugar e ela não conseguia nem sequer olhar para ele.
O celular vibrou exatamente no momento em que Ive pegou o aparelho para olhar a foto do namorado, mas na tela o identificador mostrou “Mãe”.
Ive não te