Ive ficou vermelha, não entendia a própria reação, ainda assim respondeu enquanto apertava a bolsa sem nem se lembrar que dentro dela havia uma arma.
— Sim, Laura e eu somos amigas.
O rapaz ergueu o braço e de repente duas cervejas apareceram. O irmão de Laura parecia ter algum poder ali, não tinha sentido que Tako brincasse com a garota e Doug não fizesse nada.
O pensamento fez com que Ive começasse a analisar tudo ao redor.
— Douglas, meu nome é Douglas, mas o pessoal me chama de Doug. Valeu por cuidar da Laura.
— Tá.
Ele abriu a garrafa de cerveja e ofereceu para Ive, ela aceitou, mas antes tirou da bolsa um copo térmico hermeticamente fechado.
Doug franziu a testa e começou a rir.
— Que isso?
— Um copo, não gosto de bebida quente e tomo devagar, sabe como é.
Outro rapaz cutucou o irmão de Laura e comentou.
— A riquinha está com medo de um boa noite cinderela. Não se ligou que aqui o cardápio é vasto e a qualidade 10 de 10.
Ive teria respondido, mas Doug colocou o rapa