Beijos que diziam... Eu te amo.
Embaixo das mãos de Ive os lençóis ficaram amassados, entranhados nos dedos travados.
Amava sentir a forma como Antônio a beijava.
Eram beijos... não estava mentindo para ele. Antônio parecia não saber beijar só com os lábios.
Tinha uma curiosidade que a deixava desesperada por mais, que misturava dor, devoção, carinho... calor.
Ele não sabia o que estava fazendo, mas parecia um mestre ensinando como desfrutar um banquete.
No rosto os toques eram leves, como se reconhecesse o sabor suave.
Desce