As ruas estavam cheias de vozes animadas, e várias praças grandes organizavam eventos de entretenimento, transbordando alegria.
Cláudio caminhava silenciosamente pelas ruas, sozinho, se destacando em meio à animação ao seu redor.
Sem perceber, se encontrou em frente ao portão da Mansão da Alves.
Na memória, era nessa mansão que ele sentia o espírito do Ano Novo.
Naquela época, ele, Eduardo e a avó jantavam juntos na noite de Ano Novo.
Apesar de serem apenas três pessoas, nunca parecia solitário.