Van virou devagar, como quem aprecia o timing da cena, os olhos vermelhos brilharam. Ele soltou os cabelos de Juno, que caiu para a frente, os braços presos não segurando peso nenhum. Estava consciente, mas os músculos não obedeciam.
— Olha só… — ele disse, num sorriso de escárnio, passeando o olhar por Melia como por uma vitrine. — Finalmente… Por um momento, achei que não viria por sua amiga.
Melia deu dois passos, as mãos ainda erguidas em sinal de rendição.
— Deixa ela. — A voz dela tremeu