Ele se agachou, a altura dos dois iguais agora, e segurou o queixo dela entre o polegar e o indicador, o toque firme, as unhas quase perfurando a pele fina de Juno..
— Eu sempre venço, coisinha. — A voz saiu macia, perigosa. — Às vezes demora, mas eu sempre venço.
Os dedos dele subiram para o rosto dela, “carícia” que tinha gosto de posse. O polegar roçou o canto da boca, depois desceu, atrevido, pelo queixo, pelo pescoço, até encontrar pele que arrepiou de nojo ao ser tocada por ele. Juno travo