Augusto, imóvel, observava.
Mais um gole. E mais outro.
Ela largou a xícara pela metade e apoiou-se na bancada, piscando os olhos. Algo estava… errado.
— Que droga… — murmurou, tentando manter o equilíbrio.
Cambaleou.
Augusto não se moveu. Ainda.
Laura subiu as escadas com dificuldade. Cada degrau parecia se multiplicar, o chão ondulava sob seus pés, e o mundo rodava como um carrossel desgovernado. Sentia-se quente, confusa, embriagada sem ter bebido nada além de café.
As roupas c