A mansão de Armand, um dos parceiros comerciais mais influentes e depravados de Julian, era um monumento ao excesso. Localizada nos arredores de Paris, a propriedade era protegida por muros altos e carvalhos centenários que ocultavam as celebrações que ocorriam em seu interior. Naquela noite, a mansão pulsava com uma energia carnal. O som abafado de música eletrônica misturava-se ao tilintar de cristais e ao murmúrio de vozes carregadas de desejo.
No salão principal, a suruba atingira um estado