Maya
Sem muita delicadeza, deitou-me em sua cama. De pé, encarou-me ofegante, retirando a sua camisa. Minha boca se encheu d'água. Seu corpo era torneado e bem definido. Já havia sentido os seus músculos antes, mas não imaginava que fossem assim, tão desenhados e perfeitos. A cruz de São Bento estava tatuado sobre o seu peito esquerdo.
— Vou despir você — anunciou ele, retirando as minhas botas.
Gus retirou peça por peça do meu corpo, com certa pressa, deixando-me apenas de calcinha. Não senti