Era sábado. E pela primeira vez em meses, não havia reuniões, ameaças ou olhares duvidosos cruzando o portão da mansão Marchesi.
A casa estava silenciosa, exceto por um som suave vindo da cozinha. Dante, com a camisa branca parcialmente desabotoada e o cabelo um pouco bagunçado, equilibrava uma frigideira com uma mão e o bebê no canguru preso ao peito.
— Nós vamos fazer panquecas pro café da manhã da mamãe, sim senhor. Mas você tem que me ajudar a não deixar queimar— murmurava para Villano,