O Santuário Antigo desmoronava lentamente, como se resistisse a desaparecer por completo. Pedras enormes rachavam e caíam ao redor, símbolos antigos se apagando um a um, enquanto a energia residual do ritual colapsado ainda vibrava no ar. O silêncio que se seguiu à explosão não era paz — era expectativa.
Alex segurava Luiza com força, ajoelhado no chão instável, protegendo-a com o próprio corpo. O vínculo da alcateia pulsava dentro dele como um coração coletivo, confuso, assustado, mas atento.