A prisão improvisada ficava sob a antiga torre de vigia, um lugar que raramente era usado — não por falta de segurança, mas porque poucos gostavam de permanecer ali por muito tempo. As paredes de pedra carregavam marcas de conflitos antigos, e o ar parecia sempre mais pesado, como se absorvesse segredos.
Lucas estava sentado no centro da cela, as mãos presas por selos rúnicos que pulsavam com uma luz discreta. Ele parecia calmo demais para alguém que acabara de perder tudo. Quando os passos se