O céu estava carregado quando Luiza chegou ao galpão naquela tarde. Uma sensação estranha percorreu sua espinha — alerta, antecipação, como se o ar estivesse carregado de eletricidade. O rubi em sua mão pulsava forte, quente, quase em sintonia com o coração dela. Alex estava ao seu lado, expressão tensa, mãos entrelaçadas às dela, pronto para qualquer surpresa.
— Algo está errado — murmurou ele, observando as sombras que se alongavam pelo espaço. — Lucas não vai esperar mais.
Mal terminou a fra