Fechei os olhos e respirei fundo, assim que eu saísse do hospital, eu teria que encarar a dura e fria realidade: não havia mais nada. Peguei meu celular em meio aos pertences, a primeira notificação era do banco, informando que minha conta estava bloqueada por ordem da justiça.
Eu tinha alguns bens em meu nome, dois carros e dois apartamentos em São Paulo e uma boa quantia numa conta no exterior e assim que eu resolvesse essa questão da justuça, eu poderia usar isso para recomeçar. Mas havia e