— Você mandou alguém ao meu apartamento? — ela o confrontou, a voz carregada de uma mistura de fúria e medo. — Foi você quem enviou alguém lá algumas noites atrás? — repetiu, desta vez com mais firmeza. Precisava de respostas — claras e precisas.
Ele sorriu, mas não era um sorriso reconfortante: tinha algo de sombrio, quase zombeteiro, carregado de uma arrogância que a fazia sentir-se vulnerável.
— Não preciso mandar ninguém para assustar você, malyshka — assegurou. — Já disse: você é teimosa e