Tudo parecia acontecer em câmera lenta: os copos voando pelo ar, pratos caindo, o som do vidro se quebrando e ecoando pelo ambiente. O bar inteiro congelou por um segundo, os olhares de todos se voltaram para nós, e, por um breve momento, a tensão foi substituída por um silêncio atônito.
O garçom, por sorte, não foi derrubado. Ângela ficou instantaneamente vermelho, e ela ficou ali, parada por um instante, tentando se recuperar do choque.
— Juro, não foi culpa minha! — Se defendeu, agachada