— Heitor, você lembra da Ayla, né? — Cecília perguntou, com um sorriso curioso. — Vocês eram inseparáveis na infância.
Eu levantei a cabeça, finalmente encarando-o.
Agora, olhando mais de perto, ele parecia... maior. Ou seria só impressão minha?
E eu, bem, eu não mudei. Ainda era a mesma Ayla de sempre, com a mesma altura que me fazia parecer pequena diante dele. Eu mal passava da altura do peito dele.
Então, seus olhos se fixaram em mim. Direto. Sem desviar, sem nenhum vestígio de hesitação.
—