Cally ainda sentia o corpo formigando quando Dante voltou com o copo d’água e o remédio. Ele se sentou na beira da cama, olhar baixo, como se tivesse medo de encarar o que tinha feito.
— Bebe tudo — murmurou.
Ela obedeceu, mas não tirou os olhos dele.
— Você sempre vai me dar tudo e não pegar nada pra si?
Ele engoliu seco.
— Você merece mais que isso, Cally.
Ela se aproximou, joelhos tocando os dele.
— Então me faz inteira, Quimera. Ou para de me tocar.
Dante segurou o rosto dela com as duas mã