Dante não esperou mais permissão silenciosa.
Ajoelhado entre as coxas abertas dela, ele segurou as pernas com força — dedos cravando na carne macia, puxando-a um pouco mais para a beira da cama. Não era delicadeza. Era necessidade crua.
O olhar subiu até o rosto dela uma última vez. Escuro. Queimando. Como se estivesse se despedindo de qualquer resquício de controle.
— Você não devia me deixar fazer isso… — a voz saiu rouca, quase um rosnado baixo. — Mas eu não consigo parar.
Cally não responde