ANYA DEVEREUX.
O coração esconde ruínas; a vida insiste em expô-las.
O castelo finalmente quase silencia quando me recolho ao quarto, fechando a porta pesada atrás de mim com um cuidado excessivo, como se o simples ato de fazê-lo pudesse selar o mundo exterior para sempre. Os ecos perturbadores da festa ainda latejam insistentemente nos meus ouvidos — as risadas exageradas e embriagadas, o som estridente das taças de metal se chocando umas nas outras em brindes vazios, o perfume enjoativamente