🕐 REFÚGIO DE OBSIDIANA – SALA DO SILÊNCIO – 02h14
Aurora despertou sobressaltada.
O nome sussurrado na escuridão ecoava ainda em seus ouvidos como um trovão gentil:
“Você não lembra… mas nasceu entre fogo e obsidiana.”
Sentou-se devagar. O berço ao lado tremia levemente, como se Aerin, mesmo dormindo, tivesse sentido a mesma coisa.
Ela passou a mão no cabelo e caminhou até a porta de madeira negra. Quando tocou a maçaneta, esta ficou quente. O símbolo de um olho fechado surgiu ali,