Um lobo que aprendeu a usar terno… sem esquecer como morde.
Daniel
Na segunda-feira ainda estou com o cheiro do ateliê de Marco grudado na pele — tecido caro, café forte, aquele mundo que eu abandonei… e que agora estou prestes a invadir de novo.
Mas aqui… aqui é real.
O rangido do portão, o concreto manchado de óleo, o som familiar das ferramentas. É nesse caos que eu sei exatamente quem eu sou.
O Material descarregado pelo caminhão chama atenção imediatamente. Eu não preciso ver a nota fiscal para saber o que é.
O impossível.
O caixote de madeira, vi