Meus olhos continuam presos ao painel luminoso acima do elevador.
Ele me oferece uma taça de champanhe. Aceito, e o líquido borbulhante desliza pela minha garganta com um leve ardor.
— Você está pensativa, princesa — diz ele suavemente. — Algo te incomoda?
Hesito.
Devo perguntar? Confrontá-lo? Exigir respostas?
Ou devo esperar… observar… dar a ele o benefício da dúvida?
A razão me aconselha cautela.
Mas meu coração, impaciente e inquieto, quer respostas.
— Apenas a grandiosidade de tudo isso — minto, fazendo um gesto amplo em direção ao salão iluminado. — É u