VEJA SÓ... É VOCÊ! (PART 2)
Fico rígida como uma prancha, não apenas pelo "baby", mas também por ele ter admitido que estava me observando.
— O que você disse? Está me vigiando?
Pergunto, e quando ele se vira para mim, sinto sua respiração próxima da minha boca. Tento me afastar, mas suas mãos permanecem firmes em minha cintura.
— Só uma hora por dia.
Sussurra. E eu praguejo:
— Seu desgraçado!
— Que doçura. Já fui chamado de coisas piores.
— Será que dá para você sair de perto de mim? Ou eu atirarei nessa sua cara desprez