O relógio marcava 7:30 da manhã.
O quarto parecia vazio. Um silêncio quase palpável tendia a se mover sobre o espaço, mas lá vinha o barulho do balão de soro. As gotas pingavam lentamente e o ruído da máquina de oxigénio era constante.
Entre as laterais do quarto, lá estava Márcia no meio, forrada na cama com um pano branco. A sua cabeça repousava numa almofada aconchegante, as luzes brancas acesas dificultando a sua visão.
Ao lado esquerdo havia um armário, e sobre ele repousava um vaso com buq