Thorne
Vou até Amara, o coração ainda disparado, a preocupação e a seriedade pesando em cada passo.
“Amara, podemos conversar por um instante?” digo, a voz carregada de urgência, o desejo de esclarecer tudo entre nós como uma chama que não apaga.
Ela me olha com seus olhos alaranjados, frios como gelo sob a luz suave do corredor, e sinto um aperto no peito, a distância entre nós como um abismo vasto e escuro, impossível de atravessar, a frieza em seu olhar cortando meu coração como uma navalha