Thorne
“Aqui está o seu discurso, Majestade,” um dos conselheiros anuncia, sua voz grave ecoando no salão de reuniões, enquanto entrega ao meu pai um tablet preto. “E esse é o seu, príncipe,” ele prossegue, estendendo-me outro tablet, o peso frio do dispositivo em minhas mãos enviando um arrepio de responsabilidade que se mistura com a tensão já alojada em meu peito.
Me acomodo melhor na cadeira, o couro rangendo sob meu peso, os ombros rígidos como se carregassem o fardo de um reino inteiro,