Thorne Pov
“Não precisava tratá-la daquela forma, Amara,” declaro, mantendo meu tom firme, mas controlado. Meus olhos fixam-se nos dela, buscando algum indício de remorso.
Amara solta uma risada amarga que ecoa no ar tranquilo da floresta, quase um contraste cruel com a serenidade ao nosso redor. Ela revira os olhos, mas não é apenas um gesto de irritação — há um peso na sua expressão, um cansaço evidente. Posso ouvir seu coração batendo forte, sua respiração ofegante, denunciando a tensão que