Cap.158
O apartamento seguro estava sempre em silêncio, interrompido apenas pelo choro das crianças. Ângela corria de um lado para o outro: uma mamadeira aquecendo, outra fralda sendo trocada; Kellen, no sofá, com o olhar perdido e a respiração irregular, às vezes apagava. Quando podia, ajudava constantemente, mas seu corpo parecia fraquejar com frequência.
Ao anoitecer, Ângela observava Kellen de relance enquanto embalava o bebê mais agitado.
— Você precisa comer alguma coisa… senão não vai re