66. A FELICIDADE A BEIRA DA TEMPESTADE
O fim da tarde caía suave sobre a varanda do pequeno apartamento de Caroline, banhado por uma luz dourada que tingia o céu de tons alaranjados. O vento trazia o perfume das flores da sacada, misturado ao aroma do café recém-passado.
Caroline ajeitou as xícaras sobre a mesa de centro e sorriu, animada. Fazia tempo que não via Caio tão leve, tão disposto a conversar sem o peso constante das preocupações familiares.
— Eu ainda não acredito, Caio. — disse ela, sentando-se e servindo o café. — A Isab