O homem estacionou a caminhonete velha a alguns metros da curva da estrada, onde a vegetação mais alta permitia observar a entrada lateral da fazenda sem chamar atenção. Não vestia nada que o destacasse; camisa neutra, boné comum, postura de quem parecia apenas descansar antes de seguir viagem. Mas os olhos não descansavam. Ele observava horários, troca de turno, o padrão das luzes que acendiam e apagavam, os movimentos dos funcionários na portaria secundária.
Pegou o celular do bolso com natur