Camila estava na varanda interna, sentada numa cadeira de madeira com uma xícara de chá esquecida entre as mãos. O líquido já tinha esfriado, mas ela não sentia gosto de nada. A cabeça rodava em torno do que tinha acontecido no escritório: o jeito como ele segurou seu rosto, a proximidade, a frase sobre qualquer homem ter de passar por ele, o quase que ficou pendurado entre os dois.
O silêncio agora pesava mais do que qualquer briga. Ela tinha voltado para o quarto, tentado deitar, levantado de