A manhã chegou à hacienda Villalba com o som habitual das atividades começando cedo. Caminhões passavam pela estrada principal carregando barris, trabalhadores conversavam enquanto atravessavam o pátio da destilaria, e o cheiro de café recém-passado escapava das cozinhas da casa grande. A propriedade despertava como um organismo complexo que havia aprendido a funcionar com precisão ao longo de décadas.
Sofia abriu a janela do quarto onde estava hospedada e observou a paisagem diante dela. A luz