Camila já estava na posição de parto, o corpo inclinado, mãos agarradas nas laterais da cama, cabelos grudados na testa. O suor escorria, misturado a lágrimas que ela nem sabia direito se eram de dor ou de medo.
Ingrid, de luvas, se posicionou entre as pernas dela, a expressão concentrada.
— Escuta, Camila. Agora é outra fase. Quando eu mandar, você empurra tudo o que tiver. Quando eu falar para parar, você para, mesmo com vontade. Isso evita machucar você e o bebê.
— Eu tento.
Rafael estava ao