CAPÍTULO 130

Camila viu a porta fechar atrás de Rafael e, por alguns segundos, o quarto pareceu grande demais.

Ela passou a mão na barriga.

— É isso, Villalbinho. Seu pai foi brigar com meio mundo, e a gente ficou com a parte difícil: esperar.

A porta abriu de novo. Ingrid entrou com o aparelho de pressão pendurado no pescoço.

— Nem pense em fugir para o banheiro com o celular — avisou.

— Nem levantei da cama — Camila respondeu. — Mas, se medir agora, a pressão vai te dar chilique.

— Por isso mesmo eu ainda não medi — Ingrid replicou. — Só vim checar se você está respirando.

— Estou. Só não prometo continuar se me deixarem sem notícias.

Como se o universo tivesse ouvido, o celular vibrou na mesinha.

— E aí, doutora, proíbe ou libera? — Camila perguntou.

— Se começar a gritar, eu tiro o aparelho da sua mão — Ingrid disse. — Fora isso, pode atender.

Era mensagem de Nicolás.

“Começou. Sala cheia. Rafael entrou agora.”

Outra mensagem, segundos depois:

“Cumprimentou só o necessário. Ignorou Luna e Artu
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