O cortejo de SUVs pretos serpenteava pelas estradas cinzentas de Bari ao amanhecer. Atrás, o Fiat velho — a última lembrança de uma vida que já não existia — desaparecia no retrovisor como uma casca vazia.
A neblina matinal cobria os campos e tornava o mundo um borrão de silêncio e expectativa.
Alessandro seguia à frente, no veículo principal. A mão firme no câmbio, os olhos fixos na estrada, embora de tempos em tempos desviassem para o espelho, onde encontravam os meus. O olhar dele era uma co