A noite caíra sobre a mansão como um manto de veludo negro, cravejado de estrelas que testemunhavam nossa rendição mútua. Velas tremeluziam na suíte principal, lançando sombras dançantes sobre lençóis de seda preta, o aroma de jasmim e vinho tinto impregnando o ar. Alessandro me possuíra com uma ferocidade terna, estocadas profundas e possessivas que apagavam o mundo lá fora — minhas unhas cravadas em suas costas tatuadas, gemidos ecoando como orações profanas.
Depois, abraçados e emaranhados,