O peito de Henry se encheu e ficou assim, paralisado, enquanto aquela boca tão perto da sua bagunçava seus pensamentos. Nunca a tinha visto daquela cor, como uma cereja vermelha, pequena, úmida…
Antes, Rebecca tinha sido a presença suave das manhãs: cortesias, silêncios comedidos, aquela submissão calculada para não incomodar, para agradá-lo. Agora, tão perto, tinha o mesmo cheiro de sempre, parecia a mesma de sempre… mas vibrava de outro jeito: desafiadora, controlada, com uma segurança que o